Reportagem da TV TEM sobre Projeto da Unesp de Bauru mostra que é possível utilizar o bambu para fazer quase todo tipo de material, de colheres a móveis charmosos

Este projeto vem ajudando a gerar renda e a fixar o trabalhador no campo, o que é importante para a agricultura familiar.

A matéria-prima sai de um bambuzal plantado dentro do próprio campus da universidade. Na plantação, são mais de 25 espécies cultivadas. O bambu gigante, por exemplo, pode alcançar até 20 metros de altura em apenas quatro meses.

A fábrica, construída na universidade, conta com o trabalho de 15 estudantes. Eles cortam, lixam, tratam o bambu e transformam o projeto de extensão em uma vitrine de criações de móveis leves, resistentes e com uma elegância diferenciada.

 

Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/nosso-campo/noticia/2017/01/reveja-bambu-vira-fonte-de-renda-para-agricultores-de-assentamento.html?utm_source=facebook&utm_medium=share-bar-desktop&utm_campaign=share-bar

Há pouco tempo, o bambu ainda era visto como uma praga no campo, mas hoje vale dinheiro nos Estados Unidos, Europa, Ásia e Brasil.

Em qualquer região do mundo, há dez anos, o bambu era considerado uma praga, afinal, trata-se de uma planta que o fogo não mata, que a formiga não come, que um eventual hospedeiro indesejado não afeta a produtividade. Mas hoje vale dinheiro nos Estados Unidos, Europa, Ásia e Brasil.

A afirmação de Guilherme Korte, presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Bambu (Aprobambu), mostra que as atenções estão voltadas para o potencial econômico desta cultura, tanto que a entidade, em conjunto com a Rede Brasileira do Bambu, entrou com um pedido, na Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), para a normatização da construção com bambu, conforme outras normas em vigor em mais de 30 países. Isto porque “a madeira da planta é resistente, inclusive, a terremotos”.

Fonte: http://sna.agr.br/potencial-do-bambu-desperta-interesse-economico/